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16/08/2016

testei: óleo de limpeza facial yokata mahy cleansing oil #oavessorecomenda


Juro que a primeira vez que li sobre limpeza de pele usando óleo, para todos os tipos de pele, inclusive a oleosa, em um blog gringo, fiquei abismada e, claro, também bem curiosa para experimentar em mim. Depois de algumas tentativas nem tão legais assim, usando a "dica das amigas" com óleo de bebê, não tinha grandes expectativas de sobre esse tipo de produto, até que recebi o Cleansing Oil, da Yokata Mahy (nome difícil, né?), que mostro hoje por aqui.




Muito popular entre as orientais, a limpeza com óleo vem carregada de informações e de pontos para a gente parar e prestar muita atenção já que, vamos combinar, se tem alguém nesse mundo que tem uma pele linda e que sabe muito bem cuidar do rosto, sem dúvida, são as meninas orientais.

Um dos benefícios de usar o óleo - e não outro produto com ação demaquilante, por exemplo - é que você acaba sendo mais gentil nos movimentos feitos em seu rosto, uma vez que não ocorre o atrito do algodão na pele.



Outro ponto positivo é evitar o efeito build-up, que é o acúmulo na pele de substâncias não solúveis em água, como silicones e polímeros.

Acho que eu poderia passar vinte dias seguidos por aqui, falando e falando sobre o isso, tão vasto, interessante e novo é esse assunto no Brasil - além do fato de a Yokata ter me presenteado com quilos e quilos de boa informação a respeito - mas acho que vale mais a pena eu compartilhar com vocês minha experiência com o Cleansing Oil e minhas impressões a respeito. Ah, gente, usei para tirar a maquiagem e também logo de manhã, para limpar os anti-ages do rosto, que costumo usar à noite.

::::: COMO USAR (DEMAQUILAR/LIMPAR) :::::

  • Pra começar, esqueça o algodão, já que ele não funciona neste caso. Por ser um óleo bifásico (eu acho!), eu agito muito bem o frasco e aplico 3 pumps nas mãos. "Meleco", muito bem, as duas palmas com o óleo e aplico diretamente no rosto, "a seco", ou seja, sem molhar;
  • Vou fazendo movimentos circulares pelo rosto inteiro, pegando todos os cantinhos, inclusive nas sobrancelhas;
  • Quando o rosto inteiro está bem preenchido - e, pra ser sincera, essa é a melhor parte, porque parece que o óleo "derreteu" a maquiagem, mesmo quando a gente usa makes mais power, como o famoso matte Ruby Woo, da M.A.C - jogo água corrente na face inteira e, assim, toda a "sujeira" parece ir pelo ralo!;
  • Apesar de poder ser usado na região dos olhos, conforme informado pela empresa, mas não vi nenhuma informação a respeito no frasco - não tive uma sensação confortável nos cílios; aliás, acho até que meus olhos arderam um pouco, por isso, parei de usar nessa área.
  • Uso esse mesmo procedimento para limpar o rosto de manhã, para retirar produtos anti-age.


importantíssimo agitar muuuuito bem!


produto antes e depois de ser agitado

::::: O QUE EU PERCEBI/RESULTADOS :::::

  • Apesar de minha pele ser oleosa e de eu estar em uma fase "espinhenta", não senti que esse óleo a deixou ainda mais oleosa - usei sem medo!;
  • Depois de limpar a pele com o óleo, não sinto que ela fica ressecada ou repuxando, como pode acontecer com alguns sabonetes para pele oleosa;
  • Meu rosto fica bem hidratado, prontinho para receber o tônico e os demais produtos de minha rotina de cuidado com a pele - apesar de a marca informar que ele pode ser usado como tônico, eu não dispenso o meu, que é específico para pele oleosa e acneica;
  • Acho que minha pele ganhou "viço" com o uso diário e, não sei se é impressão minha, mas por incrível que pareça, senti os poros desobstruídos - será possível? Eita, coisa boa!;
  • Percebo que quando eu uso o Cleansing Oil para limpar a pele de manhã, ela parece mais bonita e iluminada ao longo do dia;
  • Não tem perfume e somente sinto o cheiro dos ingredientes da fórmula;
  • Ótimo rendimento: eu aplico de dois a três pumps e consigo lavar o rosto inteiro, com folga;
  • Como tem de usar água, é perfeito para aplicar o óleo e enxaguar no banho, mas não é tão prático assim para o uso na penteadeira, por exemplo, onde não há água por perto.
  • Preço nem tão amigo assim: R$ 59,90


Em relação ao frasco, ele funciona bem, dispensando o produto e no "abre-e-fecha" da tampa, mas acho que para levar na mala de viagem, por exemplo, não deve dar muito certo e pode acabar vazando.



Apesar de ter gostado bastante do Cleansing Oil e de, realmente, perceber ótimos resultados em minha pele, ainda acho a limpeza com água micelar mais prática, já que não requer enxágue.

Outra coisa que, talvez, dificulte um pouco o acesso a esse produto é que ele não é facilmente encontrado, mas pode ser comprado on-line no site da Yokata. Não sei se ele está disponível em lojas físicas e pode ser que a empresa ainda esteja ajeitando sua distribuição em território nacional, né? Vamos torcer, pois o Cleansing Oil realmente é muito bom e, de fato, vale o investimento.

Só sei que quando meu frasquinho acabe, vou sentir muita, muita falta dele! Sendo bem sincera, amei demais e o recomendo de olhos fechados!

E você, o que acha de limpar sua pele com óleo? Fala aí!

Pra saber tudo:
Yokata Mahy
Site: link; Facebook: link; Instagram: link

[©Conteúdo protegido por direitos autorais. Texto e imagens produzidos pelo O Avesso da Moda. Todos os direitos reservados.]

29/12/2015

meu look boyish em uma pegada oriental #comousar


Já contei algumas vezes lá no Instagram e no Snap (segue a gente: oavessodamoda), que adoro fugir do óbvio e visitar outros espaços nas lojas, como o setor infantil e o masculino e, miga, posso dizer que as tees dos meninos na Renner são bem mais interessante que as das meninas.


Universidade Anhembi-Morumbi

Assim, tava doida atrás de uma camiseta como esta, inspirada nas universidades americanas, com números enormes na frente e, pra ser bem sincera, todas as que vi nas lojas em que procurei - e foram muitas! - eram totalmente sem graça. Por isso, quando vi essa cinza na seção masculina da Renner, tive certeza de ela ficaria legal em mim e que seria perfeita para compor looks ao estilo boyish, como esse que usei no almoço de comemoração de 15 anos do perfume Flower by Kenzo.



Quando penso em montar um look mais "menino", eu procuro incorporar também peças e acessórios bem femininos, para criar um contraponto legal e deixar todo o look mais descolado. Foi nesse sentido que escolhi essa essa sandália plataforma em um tom de vinho pálido, bem girlie, além da calça mídi com flores em tamanho médio que, a meu ver, tem uma pegada totalmente oriental (bem japa mesmo!)







Não foi intencional, mas quando vi, estava vestida assim para conferir todas as fragrâncias-delícia da label japonesa que, no almoço, apresentou também Flower by Kenzo L'Elixir, um perfume com notas cítricas bem marcantes. Maravilhoso, simplesmente!



Como vocês sabem, sou muito fã de hi-lo e, por isso, complementei a roupa com acessórios ora chamativos ora mais discretos: um óculos de sol azul espelhado x uma bolsa neutra, um brinco enorme, mas geométrico e na mesma cartela de cores da blusa...







No make, um batom roxo beeeem escurão (amo!) e nada além, apenas uma pele bem feita, bronzer (usado como blush) suave e duas camadas de máscara para cílios.





No geral, acho que esse look super funcionou para o espírito do evento - que era totalmente descontraído - assim como para meu espírito de fim de ano, que já estava em ritmo de férias! ahahahaha!



Mas, agora, me conta: o que você achou? Curtiu?

De bandeja:

Look: blusa Renner, calça Cotton On Brasil, sandália Moleca, bolsa Isabella Pìu.

Bijuterias: Morana, acervo e 25 de março (post aqui: link).

Óculos: Carrera na Fototica

Make: BB Cream da Clinique, cor 01 (post aqui: link), pó compacto Natura Aquarela; Bronze Splendor pó compacto efeito bronzeado Eudora (post aqui: link); máscara para cílios Big & Illusion, da Avon (post aqui: link); lápis delineador preto da Estée Lauder; correção de sobrancelhas com produtos da quem disse, berenice? (post aqui: link), batom roxo da Ricosti, esmalte cor "Nada Básica", da Vult.

[©Conteúdo protegido por direitos autorais. Texto, análise crítica e imagens produzidos pelo O Avesso da Moda. Todos os direitos reservados.]

14/02/2014

meu look: blusa quimono [quase um desafio fashion]


Tenho consciência de que esta blusa quimono não agrada todo mundo, mas ela me conquistou desde a hora em que bati os olhos nela, no preview de verão da Renner (post aqui: link).

Acho que tudo que se encaixa nas "categorias" orientalismo, étnico e afins pode não agradar grande parte das pessoas por aqui no Ocidente, já que a gente não tem esses "costumes".



Por isso, acho que roupas (ou sapatos) com essa pegada temos de usar com muita moderação e "humildade", pois, sem dúvida, fica lindo nos povos que usam peças com esse tipo de informação de moda em seu dia a dia, mas se não tratarmos esse estilo com muito respeito por aqui, podemos parecer até caricatos ou até que estamos zombando de uma cultura tão rica, que não é nossa (neste caso, a japonesa).



Posto isso, é claro que é só olhar pra essa blusa que veremos que ela não é um quimono (uef!), mas sim uma inspiração estilizada e modernizada, com uma adaptação bem bonita para usar em nosso verão.

As combinação das cores das flores e folhagens da estampa, aplicadas em um fundo branco, super me agradam e me transmitem uma sensação boa de paz [#momentoviajada] e o preto do acabamento oferece um contorno harmônico, parecendo uma moldura. 



Comprei a blusa há tempos, mas por conta dos dias calorentos, demorei horrores para usá-la; fora que também não é uma peça que combina com qualquer coisinha, principalmente pelo corte reto, formando uma caixa, assim como pelo mullet que, em minha opinião, não cai bem em todas as peças - nesta, eu acho que combinou bem e deixou uma harmonia bacana.



Por ser de um comprimento longo e ter uma modelagem ampla, tem de contrapor com algo curto, como o shorts que escolhi, ou algo "sequinho", como uma saia com corte reto ou um jeans skinny, por exemplo.



Pra aumentar o desafio, coloquei um sapato que tem uma ankle stripe preta, contrastando bastante com meu tom de pele e, como já falei algumas vezes por aqui, tudo que "pega" no tornozelo, se não não tiver um tom próximo a cor de nossa pele (ou meia-calça) vai nos deixar achatada.



Neste caso, há dois artifícios que ajudam a não ficar baixinha (e não é o salto): o sapato tem uma ponta fina, que ajuda a alongar e optei por usar um shorts bem curto, que cria o efeito de pernas mais longas.



Como a blusa, o shorts e o sapato são peças bem fortes, a bolsa não poderia ser discreta, senão ela "sumiria" em meio a tanta coisa, por isso usei aquela fúcsia grandona que sou apaixonada e que não é de ombro, já que atrapalharia o movimento das mangas, que são bem amplas.



Como um detalhe poderia destruir o look e deixá-lo "carregado", puxei o freio nos acessórios: escolhi usar uma bijoux em cada mão/braço, todos minimalistas: o brinco é totalmente anos 20, e a pulseira e o anel são geométricos bem discretos.





Na maquiagem, fiquei nos neutros levemente rosados, mas no esmalte joguei um pouquinho de brilho, em uma misturinha com fundo azul marinho e partículas douradas, o que resultou em uma cor quase chumbo.




No geral, achei que essa composição super deu certo, quando tinha tudo pra dar errado, já que as peças isoladas são um belo desafio fashion.

E você, curte a pegada oriental? Conta pra gente!

De bandeja:
Look: blusa e sapato da Renner; bolsa Mitrol na Passarela; shorts Mixed para C&A.

Bijuterias: anel C&A; brinco acervo; pulseira presente da Glória.

Make: BB creme da quem disse, berenice? (post aqui: link); pó facial de O Boticário; sombras: trio de sombras de Natura Una; máscara para cílios Eudora; batom Natura Una, cor boca 4; lápis delineador para os olhos Estée Lauder (post aqui: link); esmalte: mistura das cores Azure e Platinum, da Twoone Onetwo (post aqui: link).

Locação: Shopping JK Iguatemi


Alguns dos produtos que aparecem neste post foram gentilmente oferecidos ao O Avesso da Moda. A opinião ora apresentada expressa parecer sincero e imparcial da autora.


Conteúdo protegido por direitos autorais. Texto, análise crítica e imagens produzidos pelo O Avesso da Moda. Todos os direitos reservados.]

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